Ainda existem poucos estudos para que possamos comprovar benefícios ou riscos à saúde associados à Dieta Paleo. Porém, é preciso ter cuidado com as dietas da moda, sempre buscando ajuda de um profissional e procurando dietas embasadas em evidências. O recomendado é que a dieta seja elaborada e acompanhada por um profissional para que exista um equilíbrio e harmonia no consumo dos macronutrientes (carboidrato, proteína e lipídios) e micronutrientes dentro desse padrão de alimentação. Não existe uma dieta que beneficie todos indivíduos, cada paciente meu por exemplo, recebe orientação alimentar personalizada de acordo com seus objetivos, histórico clínico, etc. A mesma dieta não serve para 100% dos habitantes do planeta.

Além disso, dietas muito restritivas para algumas pessoas pode ser um gatilho para o desenvolvimento de desequilíbrios do sistema nervoso podendo potencializar a ansiedade, compulsão e irritabilidade.


Muitas vezes a Dieta Paleolítica é distorcida, com liberação de alimentos lácteos e alimentos nocivos como Bacon, banha de porco industrializada, salsichas, presuntos, queijos gordurosos, embutidos, enlatados e defumados diversos (esses alimentos não existiam na era Paleolítica), tais alimentos possuem propriedades cancerígenas pelo processo de defumação, conservantes, nitritos tóxicos, etc

A verdadeira Dieta Paleo prega enfaticamente o consumo das formas mais integrais/naturais de proteína magra, vegetais, frutas e gorduras boas, assim como a exclusão dos alimentos industrializados e toda a carga de aditivos químicos que estes carregam – além de seu alto grau de processamento.

Na era Paleolítica a expectativa de vida raramente ia além dos 30 anos. Vamos ir além! Estamos em 2018, vamos superar os 100 anos e com saúde!!!